domingo, 23 de setembro de 2012

cangurú


Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a quatro espécies do género Macropus (ver caixa) da família Macropodidae, que também inclui os wallabees. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália.[1] Conhecido por seus pulos, é bastante encontrado na Austrália.
Características e Habitat
O seu habitat situa-se em planícies. A sua alimentação baseia-se em vegetais e frutas. O pêlo do canguru é, geralmente, espesso. Crescem durante toda a vida. A sua cauda mede de 0,70 cm a 1,40 m. A maior parte dos cangurus têm orelhas grandes e cabeça pequena. O canguru, quando jovem permanece com a mãe, subindo na sua bolsa para se alimentar e ficar seguro, até que tenha mais que um ano de idade. Os Cangurus vivem na Austrália continental. Pesam cerca de 500 g a 90 kg, medindo cerca de 80 cm a 1,60 metros. A sua gravidez (gestação) demora de 30 a 40 dias, dando à luz apenas um filhote de cada vez. Os cangurus nascem imaturos. O seu desenvolvimento é no interior de uma bolsa na barriga da sua mãe que se chama marsúpio. Ali, o filhote mama e protege-se. O canguru é uma espécie endêmica da Austrália.
Os cangurus não são os únicos animais pertencentes ao género Macropus, que também inclui os wallabees.
Qualquer marsupial selvagem é cuidadoso com os humanos. No entanto, durante a seca, os cangurus são obrigados a partir para áreas povoadas em busca de comida. Quando os humanos se aproximam, eles podem se sentir ameaçados e se defenderem. Mesmo sendo simpático, um canguru bravo é capaz de matar um humano. Porém isso não se pode considerar um ataque, é meramente uma reação instintiva de defesa, pois nós humanos somos seus maiores predadores.
Alguns dos maiores cangurus, como o canguru vermelho macho, Macropus rufus, podem medir 1,4 metro da cabeça aos pés. Nesta altura, eles podem derrotar um humano com facilidade. As fêmeas do canguru possuem a metade do tamanho dos machos, aproximadamente.
Os cangurus vermelhos preferem planícies abertas, enquanto as espécies cinzas preferem florestas densas. A principal diferença entre eles é a cor. Os cangurus das árvores possuem patas frontais mais fortes e resistentes que seus parentes. Eles podem ser encontrados nas florestas montanhosas do norte de Queensland. Os cangurus não costumam ficar mais de 15 km longe da água.
Os cangurus e seus parentes, os wallabies, só vivem na Austrália e Nova Guiné. Eles são marsupiais, mas também pertencem à família dos macropodídeos, pois possuem patas traseiras maiores que as dianteiras.
O número de cangurus é cuidadosamente monitorado na Austrália: existe um equilíbrio entre a necessidade de conservar estas espécies e as demandas dos proprietários de terras. Se houver escassez de comida, o gado poderia passar fome, pois os cangurus se movem com mais facilidade e podendo escolher o melhor alimento.
O canguru-vermelho é o maior marsupial do mundo. As fêmeas da espécie dão a luz apenas a um bebe por vez, que nasce tão pequeno quanto uma cereja ou um chiclete, assim que o filhote nasce, ele vai direto para a bolsa da mãe e não emerge, por volta de 2 meses e finalmente saem da bolsa quando completam mais ou menos 1 ano de idade.
Cangurus vermelhos pulam usando suas fortes pernas em uma grande velocidade. Um canguru vermelho pode alcançar 56Km/h. Cada salto pode cobrir até 9 metros de distância em uma altura de 1,8 metros, são criaturas realmente incríveis e fofas. As fêmeas dos cangurus vermelhos são mais leves e mais rápidas do que os machos.
Os machos da espécie lutam entre si para ter o direito de acasalar com uma femea em potêncial, eles podem ficar em pé sobre seus rabos e chutar seu inimigo com suas pernas poderosas, também podem morder ou arranhar com suas garras afiadas, as quais eles também usam em lutas contra predadores como o dingo.
O canguru-vermelho vive nos desertos da Austrália e em campos abertos, vivem em grupos familiares. Australianos e Europeus caçam dezenas desses belos animais para vender sua pele e sua carne, que é um prato muito apreciado na Austrália.
Etimologia
A palavra canguru deriva de gangurru, do idioma arborígene Guguyimidjir, significando um canguru cinzento.[2] Este nome foi registrado pela primeira vez como Kangooroo ou Kanguru a 4 de Agosto de 1770 pelo tenente (posteriormente capitão) James Cook nas margens do rio Endeavour, no local da actual Cooktown, quando o seu navio HM Bark Endeavour permaneceu durante quase sete semanas para reparar danos sofridos na Grande Barreira de Coral.[3]
Curiosamente, uma lenda, erroneamente generalizada como facto, conta que o nome canguru deve-se a uma falha de comunicação entre os exploradores ingleses e os nativos da Austrália:
Na viagem de descoberta da Austrália, um grupo de marinheiros do capitão Cook capturou um bebê canguru, e trouxe a estranha criatura a bordo do navio. Ninguém sabia o que era aquilo, então alguns homens foram enviados à praia para perguntar aos nativos. Quando os marinheiros retornaram, disseram aos seus companheiros: "é um canguru". Muitos anos mais tarde, descobriu-se que quando os aborígenes disseram "canguru" significa "Não estou entendendo absolutamente nada." na linguagem deles.[4]
Isto deve-se a que quando os ingleses voltaram à Austrália, vários anos depois, referiam-se a este animal como canguru. Uma vez que o idioma Guguyimidjir era falado apenas por algumas tribos aborígenes, os muitos nativos australianos que não falavam Guguyimidjir não entendiam a o quê os ingleses se estavam a referir. O canguru possui carne bastante apreciada pela gastronomia australiana, possuindo sabor que se assemelha ao da linguiça calabresa, só que mais suave.

sábado, 25 de agosto de 2012

alçe negro

Alce Negro (em inglês, Black Elk; em lakota, Hehaka Sapa; c. 1863 – 17 de agosto de 1950) foi um célebre pajé e homem santo da tribo sioux da América do Norte. Com apenas doze anos, participou da batalha de Little Big Horn (1876), em que os sioux, liderados por Touro Sentado, infligiram séria derrota ao exército norte-americano, comandado pelo general Custer. Em 1890, saiu ferido do massacre de Wounded Knee, em que os índios foram derrotados.
Alce Negro se tornou internacionalmente conhecido pelo livro Black Elk speaks, publicado em diversas línguas (em português de Portugal há versão da Editora Antígona: "Alce Negro Fala. A história da vida de um homem-santo dos Sioux Oglala - ISBN 972-608-119-X). O livro é um clássico da espiritualidade contemporânea, além de revelar aspectos pouco conhecidos da vida religiosa dos índios norte-americanos.
O inusitado de sua vida é que, tendo sido batizado na Igreja Católica em 1903, continuou sendo, simultaneamente, um líder espiritual da antiga religião pele-vermelha da Sun-Dance (Dança do Sol) e do Calumet (Cachimbo Sagrado). De fato, segundo o historiador das religiões Mateus Soares de Azevedo, Alce Negro não via nenhuma incompatibilidade fundamental entre as duas tradições. [1]
Segundo o metafísico suíço Frithjof Schuon, ele combinava de forma fascinante o heroísmo combativo e estóico com o porte sacerdotal dos índios das pradarias da América do Norte.[2]
Já ao final da vida, transmitiu ensinamentos espirituais reservados dos índios das planícies, bem como episódios até então pouco conhecidos de sua existência, a dois pesquisadores: John Neihardt e Joseph Epes Brown. O primeiro publicou um volume que se tornou um clássico, Black Elk speaks: being the life story of a holy man of the Oglala Sioux (1932). A Brown, revelou os principais ritos de sua tradição, publicados em The sacred pipe: Black Elk's account of the seven rites of the Oglala Sioux (1953).

Referências

  1. ↑ Cf. Mateus Soares de Azevedo: "A Survey of the Spiritual Masters of the 20th century", disponível em [1], Revista Sacred Web.
  2. ↑ Cf. Frithjof Schuon: "Chamanismo Piel Roja", em: Sobre los Mundos Antiguos. Madri, Editora Taurus.

põnei brasileiro


O pônei brasileiro é um cavalo destinado à iniciação de crianças na equitação podendo ser usado também em tração leve.
É um eqüino eumétrico, ágil, de bom temperamento para o serviço, dócil, com proporções equilibradas entre a altura da cernelha e o comprimento do corpo. Frente altiva e leve, bem aprumado e com angulações de membros que favoreçam uma boa liberdade de movimentos ao passo, ao trote e ao galope.

 Características

Altura máxima aos 36 meses para machos: 100 cm.
Altura máxima aos 36 meses para fêmeas: 110 cm.
Altura ideal para raça: 90 cm.
Temperamento: Ativo e dócil.
Pelagem: Todas as pelagens e suas variedades.
(Dados acima constam do padrão da raça)
Minipôneis (ou Mini-horses) são pôneis com altura na cernelha menor que 100 cm

cavalos


O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das três subespécies modernas da espécie Equus ferus. A denominação para as fêmeas é égua, para os machos não castrados, garanhão e para os filhotes, potro. Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos equídeos. Todos os sete membros da família dos equídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como as mulas. Pertencem a ordem dos perissodáctilos, sendo por isso parentes dos rinocerontes e dos tapires, ou antas.
Esses animais dependem da velocidade para escapar de predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Seu tempo de vida varia de 25 a 40 anos.
O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)
Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).
Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Perissodactyla
Família:Equidae
Género:Equus
Espécie:Equus ferus
Subespécie:Equus ferus caballus





reino:          animalla
filo:             chordata
classe:         mammala
ordem:        perissodactyla
familia:        equidae
genero:        equus
especie:      equus ferus
subespecie: equus ferus caballus

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

dinossauros


Muitas são as teorias sobre os Dinossauros, teorias sobre a sua aparição no planeta, teorias sobre como eles evoluíram e viviam e teorias sobre sua extinção, falaremos então as quais são mais aceitas pelo meio científico, que são as seguintes: " Acredita-se " que os Dinossauros surgiram em meados do período Triássico após uma extinção em massa onde 78% dos animais foram extintos, e surgiram como seres pequenos alguns carnívoros e outros herbívoros, começaram a superar outros répteis em competições por comida, tornando-se cada vez mais populosos e diversificados (surgindo muitas espécies novas e cada vez mais adaptadas ao meio). 
Entramos no período Jurássico onde os Dinossauros continuavam progressivamente sua  esplêndida evolução que demostravam sua grandiosidade como espécie de uma capacidade superior, deste momento em diante já começam a aparecer dinossauros carnívoros de médio porte e para se defenderem os herbívoros tiveram que se adaptar ao seu meio ambiente, alguns se tornam enormes e outros tornaram-se verdadeiros tanques de guerra encouraçados (tem início uma corrida armamentista Mesozóica). No período Cretáceo os Dinossauros tem o seu auge em diversidade de espécies e em tamanhos, surgem os magníficos Argentinossauros ( maiores saurópodes que se tem notícia), os aterrorizantes Terópodes que eram os gigantes como o Tiranossauro e o Giganotossauro (considerado o maior dos terópodes, ultrapassando o Trex em quase 1 metro ). 
Mas como tudo no mundo tem seu início e seu fim os dos Dinossauros chegou no fim do período Cretáceo e a teoria mais aceita é a de que um meteoro atingiu a península de Yucatan no México causando a morte de 90% da vida vegetal e 70% da vida animal. Onde os sobreviventes a esse desastre deram origem aos animais atuais e ao homem. Mas se pensam que os Dinossauros foram extintos assim de uma hora para a outra, saiba que esta enganado, pois existem teorias de que um pequeno grupo de Dinossauros podem ter " sobrevivido " e você pode até ter um ai na sua casa e não saber, eles são as aves, que evoluíram a partir de pequenos dinossauros que caçavam insetos e que para se tornar mais ágeis, para capturar insetos mais facilmente, adaptaram-se a ossos mais leves e a penas para auxiliar em saltos cada vez mais altos até atingirem o vôo. 
Embora a palavra dinossauro signifique "lagarto terrível", o nome pode enganar já que os dinossauros não eram lagartos. Em vez disso, eles eram um grupo separado de répteis, com uma postura ereta distinta não encontrada em lagartos. Durante a primeira metade do século 20, a maior parte da comunidade científica acreditava que os dinossauros eram lentos, sem inteligência e com sangue-frio. No entanto, a maioria das pesquisas realizadas desde a década de 1970 indicaram que estes animais eram ativos, com elevado metabolismo e com numerosas adaptações para a interação social. Além disso, muitos grupos (especialmente os carnívoros) estavam entre os organismos mais inteligente do seu tempo. 
Desde que os primeiros fósseis de dinossauro foram reconhecidos no início do século 19, os esqueletos feitos com fósseis ou réplicas destes animais foram as principais atrações em museus ao redor do mundo, tornando os dinossauros parte da cultura mundial. Sua diversidade, o tamanho de alguns grupos, e sua natureza aparentemente monstruosa e fantásticas tem capturado o interesse e a imaginação do público em geral por mais de um século. Eles foram apresentados em livros best-sellers e filmes como Jurassic Park, tendo suas novas descobertas regularmente noticiadas pela mídia. Acerca de duzentos e vinte cinco milhões de anos, apareceu um novo grupo de répteis na Terra. Como todos os répteis, tem a pele impermeável e com escamas e que nascem de um ovo. Estes chamavam-se dinossauros. Durante os seguintes cento e sessenta milhões de anos reinaram a Terra, antes de se finalmente extinguirem. Esta extinção ocorreu há sessenta e cinco milhões de anos atrás, quando não só dinossauros, mas também outros tipos de criaturas desapareceram para sempre, nomeadamente os répteis marinhos e aéreos.
Existem muitas teorias para esta extinção mas ninguém sabe ao certo o que aconteceu… Atualmente, a teoria aceite é a teoria do asteróide, que defende que um asteróide atingiu a Terra (acha-se que atingiu o México, na Península de Iucatão, devido a uma cratera que foi encontrada com duzentos quilómetros de diâmetro). O impacto resultou numa nuvem de pó que circulou o globo, tapando a luz solar da Terra, trazendo tempo frio e tempestades. Como consequência disto, os dinossauros foram gradualmente, ao longo de um período de vários milhões de anos, extinguindo-se. Ainda existe a teoria dos vulcões, que defende a existência de múltiplos vulcões na Índia, o que libertou enormes quantidades de dióxido de carbono para a atmosfera, causando um sobreaquecimento, chuva ácida e destruição do ozono. Ambas as teorias são credíveis, mas ainda se está por descobrir qual a teoria correcta.